Os lençóis pela madrugada, suados, lançam um pouco mais de paixão e estremesse as canelas, com gemidos soltos no ar. No rádio o som que se envolve com dois corpos nus, no colchão.
A pele encharcada, as coxas e os pés, os lábios, muitas vezes confundidos, os corpos enlaçados, você, eu, dentro, aqui, agora. Suas costas, as marcas...
domingo, 22 de janeiro de 2012
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A eletricidade dos trilhos do metrô me hipnotizam de tal forma, que, as vezes penso se seria interessante experimentá-las. Daí, então, percebo a minha real covardia em sentir esse momento, parece-me tão viável, e, por vezes, confortável.
Sinto um pouco de gosto vermelho rubro escorrendo pelos poros, e isso me alivia e me desespera de certa forma.
Sinto um pouco de gosto vermelho rubro escorrendo pelos poros, e isso me alivia e me desespera de certa forma.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Vou tentando aos poucos,
um cigarro, uma dose, um livro,
um beijo, frieza.
Auto-degradação contínua.
Eu devo, e vou me livrar.
Cometer um assassinato.
Interpretando no meu teatro decadente,
com as putas do meu novo bordel.
Mapeando as possibilidades.
Distorcendo a realidade, para que eu possa estar lá.
Pisoteada por todos.
Preciso arrancar o me faz ser.
Desencadeio um pequeno terremoto,
é um câncer alucinógeno, benigno.
Orgasmos sujos no final da apresentação.
um cigarro, uma dose, um livro,
um beijo, frieza.
Auto-degradação contínua.
Eu devo, e vou me livrar.
Cometer um assassinato.
Interpretando no meu teatro decadente,
com as putas do meu novo bordel.
Mapeando as possibilidades.
Distorcendo a realidade, para que eu possa estar lá.
Pisoteada por todos.
Preciso arrancar o me faz ser.
Desencadeio um pequeno terremoto,
é um câncer alucinógeno, benigno.
Orgasmos sujos no final da apresentação.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Inferno e escrava de mim mesma,
tudo fora do lugar, caos total,
a cabeça pulsa com insanidade,
não controlo movimentos (pensamentos).
O sangue escorre,
e na minha retina só a miragem,
esse nada que me completa,
que não satisfaz. Completa.
Transição, sentimento corrosivo,
torção, mutação, mutilação,
desfaço-me das brincadeiras,
criação diária de um novo ser.
Raiva, ausência, criatividade,
amor?
Traga mais uma dose, por favor.
tudo fora do lugar, caos total,
a cabeça pulsa com insanidade,
não controlo movimentos (pensamentos).
O sangue escorre,
e na minha retina só a miragem,
esse nada que me completa,
que não satisfaz. Completa.
Transição, sentimento corrosivo,
torção, mutação, mutilação,
desfaço-me das brincadeiras,
criação diária de um novo ser.
Raiva, ausência, criatividade,
amor?
Traga mais uma dose, por favor.
domingo, 11 de setembro de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Essa espera que me deixa angustiada, fazia tanto tempo que eu não me sentia assim: frustrada, incapaz de conseguir fazer qualquer coisa, mas, por que eu achei que dessa vez iria ser diferente? É sempre a mesma história, a mesma história podre, e quem sempre sai machucada sou eu, e eu sangro esperando a porra da morte chegar, mas sou tão covarde e inútil que nem isso eu consigo fazer.
Precisava ter sido agora? Como você consegue me deixar bem em um dia e no outro simplesmente me derrubar, como se nada tivesse acontecido antes?
Eu deveria imaginar, 'ter' alguém nunca foi algo para mim, eu sempre fodo com alguma coisa no meio do caminho, eu não consigo nem te fazer ficar bem... eu não consegui nem fazer você gostar de mim, e foram mais alguns sexos vazios na minha vida, pra quê? Quem sempre se entrega por completo e quem sempre sai machucada sou eu. Mas, ainda sim eu queria poder te conquistar, só um pouco, me entende? Mesmo assim eu acredito que você só esteja perdido no meu próprio vazio, procurando uma resposta pra isso tudo, o que no fundo, não existe, não existem respostas, há somente pensamentos e sentimentos, sentimentos que você colocou uma muralha enorme na frente, e que eu não consegui desmoronar.
Respostas, é só a única coisa que eu desejo, porque o 'não' já existe, e eu estava tão bem. Ainda não consegui entender como foi que isso tudo aconteceu. Ainda não consigo entender o por quê de te amar ainda, e de não conseguir sentir raiva nenhum instante de você. Por que eu sei que não foi por maldade, apenas aconteceu.
Me perdoe, se perdoe. Prometo que vou sumir da sua vida, assim como eu sumi da vida de várias outras pessoas, vocês sempre mereceram ser felizes, e eu vou continuar aqui, me embriagando e com todos os entorpecentes, pra eu conseguir uma sobre vida, e uma máscara, apenas.
Precisava ter sido agora? Como você consegue me deixar bem em um dia e no outro simplesmente me derrubar, como se nada tivesse acontecido antes?
Eu deveria imaginar, 'ter' alguém nunca foi algo para mim, eu sempre fodo com alguma coisa no meio do caminho, eu não consigo nem te fazer ficar bem... eu não consegui nem fazer você gostar de mim, e foram mais alguns sexos vazios na minha vida, pra quê? Quem sempre se entrega por completo e quem sempre sai machucada sou eu. Mas, ainda sim eu queria poder te conquistar, só um pouco, me entende? Mesmo assim eu acredito que você só esteja perdido no meu próprio vazio, procurando uma resposta pra isso tudo, o que no fundo, não existe, não existem respostas, há somente pensamentos e sentimentos, sentimentos que você colocou uma muralha enorme na frente, e que eu não consegui desmoronar.
Respostas, é só a única coisa que eu desejo, porque o 'não' já existe, e eu estava tão bem. Ainda não consegui entender como foi que isso tudo aconteceu. Ainda não consigo entender o por quê de te amar ainda, e de não conseguir sentir raiva nenhum instante de você. Por que eu sei que não foi por maldade, apenas aconteceu.
Me perdoe, se perdoe. Prometo que vou sumir da sua vida, assim como eu sumi da vida de várias outras pessoas, vocês sempre mereceram ser felizes, e eu vou continuar aqui, me embriagando e com todos os entorpecentes, pra eu conseguir uma sobre vida, e uma máscara, apenas.
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